A recente crise econômica mundial afetou muitas organizações do terceiro setor com cortes de patrocínios e redução de investimentos em ações sociais. Mas nem todas instituições foram afetadas, como o Instituto Ayrton Senna. Em entrevista, Viviane Senna, presidente do IAS, conta como manter investimentos privados em tempos de crise.
Copiei o trecho da reportagem especial publicada na edição 1362 da revista Meio & Mensagem e espero que ajudem a todos os gestores de ONGs a reavaliarem suas práticas. Grifei as partes mais importantes.
“Os projetos já implantados e as ações previstas para este ano não foram afetados. Os recursos advindos dos royalties do licenciamento da imagem de Ayrton Senna e do personagem Senninha foram mantidos, assim como o recurso das empresas que mantêm conosco uma relação sólida e de longo prazo e que contemplam a gestão de investimento social privado como cultura e não como gordura”, sentencia a presidente da entidade, Viviane Senna.
A única mudança é o cuidado redobrado para que cada aporte seja acompanhado do resultado esperado. O IAS presta contas frequentemente aos chamados aliados, o que é considerado um importante pilar da política para fidelizar os parceiros. “Damos garantias de que os recursos estão sendo otimizados e geram resultados positivos que não devem ser menores só porque vivemos uma crise econômica. Mostramos ao empresário que investir no social é como cuidar da empresa dele. Mostramos que nossas soluções educacionais geram o retorno planejado (educação de qualidade) e o lucro esperado (sucesso do aluno na escola)”, conta Viviane.
Para ela, o importante é a visibilidade de cada centavo investido. “Acho que as empresas sejam mais exigentes quanto aos resultados e à prestação de contas dos recursos repassados. Possivelmente os investidores sociais estejam priorizando iniciativas mais objetivas, com impacto em grande escala”, avalia.
Copiei o trecho da reportagem especial publicada na edição 1362 da revista Meio & Mensagem e espero que ajudem a todos os gestores de ONGs a reavaliarem suas práticas. Grifei as partes mais importantes.
“Os projetos já implantados e as ações previstas para este ano não foram afetados. Os recursos advindos dos royalties do licenciamento da imagem de Ayrton Senna e do personagem Senninha foram mantidos, assim como o recurso das empresas que mantêm conosco uma relação sólida e de longo prazo e que contemplam a gestão de investimento social privado como cultura e não como gordura”, sentencia a presidente da entidade, Viviane Senna.
A única mudança é o cuidado redobrado para que cada aporte seja acompanhado do resultado esperado. O IAS presta contas frequentemente aos chamados aliados, o que é considerado um importante pilar da política para fidelizar os parceiros. “Damos garantias de que os recursos estão sendo otimizados e geram resultados positivos que não devem ser menores só porque vivemos uma crise econômica. Mostramos ao empresário que investir no social é como cuidar da empresa dele. Mostramos que nossas soluções educacionais geram o retorno planejado (educação de qualidade) e o lucro esperado (sucesso do aluno na escola)”, conta Viviane.
Para ela, o importante é a visibilidade de cada centavo investido. “Acho que as empresas sejam mais exigentes quanto aos resultados e à prestação de contas dos recursos repassados. Possivelmente os investidores sociais estejam priorizando iniciativas mais objetivas, com impacto em grande escala”, avalia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário