Os jornais, televisões, rádios e o povo nas ruas estão toda hora discutindo sobre a crise mundial. Uns dizem que ela é financeira. Outros que é econômica. Outros que ela é passageira, que chega ao Brasil como uma marolinha...
De fato, o que já estamos sentindo na pele é o desemprego crescente, a violência, a falta de perspectiva de um futuro melhor. Quem fazia bico, já sente a dificuldade de se virar; quem trabalhava com setores ligados a exportação já sente na pele o desemprego. Isso para não falar do desemprego nas fábricas, montadoras de automóveis, etc.
Ao mesmo tempo, acompanhamos também o aumento do número de notícias sobre violência, principalmente contra crianças e mulheres. Como esses fatos se conectam?
Trabalhadoras e trabalhadores no mundo inteiro estão dizendo que não vão pagar a conta da crise. Nós, populações de países como o Brasil, temos visto ao longo das últimas décadas que quando o mundo está em crise a fatura vem sempre parar em nossas vidas: piora a saúde, a educação, o transporte, etc... Logo os governos aprofundam o descaso e deixam ainda mais de investir os poucos recursos já destinados aos setores sociais e concentram ainda mais o nosso dinheiro no pagamento de juros da dívida pública a banqueiros nacionais e internacionais.
Diante de tudo isso... O que fazer? Como sair da crise? Tem saída? Como se organizar para entender, resistir e criar alternativas de vida a ela?
De fato, o que já estamos sentindo na pele é o desemprego crescente, a violência, a falta de perspectiva de um futuro melhor. Quem fazia bico, já sente a dificuldade de se virar; quem trabalhava com setores ligados a exportação já sente na pele o desemprego. Isso para não falar do desemprego nas fábricas, montadoras de automóveis, etc.
Ao mesmo tempo, acompanhamos também o aumento do número de notícias sobre violência, principalmente contra crianças e mulheres. Como esses fatos se conectam?
Trabalhadoras e trabalhadores no mundo inteiro estão dizendo que não vão pagar a conta da crise. Nós, populações de países como o Brasil, temos visto ao longo das últimas décadas que quando o mundo está em crise a fatura vem sempre parar em nossas vidas: piora a saúde, a educação, o transporte, etc... Logo os governos aprofundam o descaso e deixam ainda mais de investir os poucos recursos já destinados aos setores sociais e concentram ainda mais o nosso dinheiro no pagamento de juros da dívida pública a banqueiros nacionais e internacionais.
Diante de tudo isso... O que fazer? Como sair da crise? Tem saída? Como se organizar para entender, resistir e criar alternativas de vida a ela?
É com esse objetivo que, no dia 27 de junho, vamos passar um dia inteiro estudando e trabalhando em grupos para, de fato , “não pagarmos essa conta” da crise econômica mundial.
PROGRAMA:
8h: Chegada e inscrição
8h30: Mística de abertura
9h: Abertura e fila do povo: Como a crise está afetando o dia a dia nas comunidades? (depoimentos de 3 min dos participantes do curso)
9h30: Mesa “A crise mundial e o dia a dia do povo: impactos e alternativas”
João Pedro Stedile – MST
Sandra Quintela – PACS/Rede Jubileu Sul
11h30: Fala do povo com perguntas e comentários
12h30: Almoço
14h: Início dos trabalhos em grupo
16h: Plenária com a apresentação dos trabalhos de grupos
9h30: Mesa “A crise mundial e o dia a dia do povo: impactos e alternativas”
João Pedro Stedile – MST
Sandra Quintela – PACS/Rede Jubileu Sul
11h30: Fala do povo com perguntas e comentários
12h30: Almoço
14h: Início dos trabalhos em grupo
16h: Plenária com a apresentação dos trabalhos de grupos
16h30: Plenária final: O que podemos fazer juntos e juntas?
18h: Mística de encerramento
Dia: 27 de junho (sábado)
Local: Ação da Cidadania
Barão de Tefé, 75, Saúde (próximo a Praça Mauá)
Rio de Janeiro - RJ
Horário: 8 às 18h
Obs.: favor trazer prato, talheres e copo.
Secretaria:
MST 22230502; PACS 22102124
secretaria@pacs.org.br
Dia: 27 de junho (sábado)
Local: Ação da Cidadania
Barão de Tefé, 75, Saúde (próximo a Praça Mauá)
Rio de Janeiro - RJ
Horário: 8 às 18h
Obs.: favor trazer prato, talheres e copo.
Secretaria:
MST 22230502; PACS 22102124
secretaria@pacs.org.br
Organização: MST, Ação da Cidadania, PACS, Rede Jubileu Sul, Central dos Movimentos Populares, Movimentos dos Trabalhadores Desempregados.
Atualização: Sandra Quintela, por motivos de saúde, foi substituída pelo economita Paulo Passarinho, da CORECON/RJ.
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