Cerca de 800 livros foram espalhados por bancos de praças e bares na Cinelândia, centro da cidade do Rio do Janeiro, nesta terça-feira, Dia da Educação.
A iniciativa é da organização não-governamental Ação da Cidadania e pretende incentivar a leitura. Quem encontrar um livro deve lê-lo e, posteriormente, deixá-lo em outro espaço público para que outra pessoa conheça a história.
– Por meio de um marcador, dentro da obra, alertamos aos leitores que depois de usados, os livros devem ser deixados em um lugar público para outra pessoa –, explica a coordenadora da campanha, Valeska Xavier. Segundo ela, a medida incentiva a leitura e estimula a educação, uma das formas mais importantes de se combater a miséria.
– O indivíduo que não lê, que lê mal, tem baixa escolaridade. Se tem baixa escolaridade, tem um sub-emprego, então, ele tem baixa renda, se tem baixa renda, pode ter fome, se tem fome não estuda –, relacionou Xavier.
A coordenadora também lembrou que, no Brasil, cerca de 37 milhões de pessoas são analfabetas funcionais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essas pessoas têm menos de quatro anos de estudo e não conseguem escrever ou entender um texto simples.
Fonte: Jornal Correio do Brasil.
O evento foi realizado dia 28 de abril e entrevistamos o Sr. Gilson, que passava pela Cinelândia no momento e deu sua opinião sobre a importância da leitura na construção de um país melhor:
A iniciativa é da organização não-governamental Ação da Cidadania e pretende incentivar a leitura. Quem encontrar um livro deve lê-lo e, posteriormente, deixá-lo em outro espaço público para que outra pessoa conheça a história.
– Por meio de um marcador, dentro da obra, alertamos aos leitores que depois de usados, os livros devem ser deixados em um lugar público para outra pessoa –, explica a coordenadora da campanha, Valeska Xavier. Segundo ela, a medida incentiva a leitura e estimula a educação, uma das formas mais importantes de se combater a miséria.
– O indivíduo que não lê, que lê mal, tem baixa escolaridade. Se tem baixa escolaridade, tem um sub-emprego, então, ele tem baixa renda, se tem baixa renda, pode ter fome, se tem fome não estuda –, relacionou Xavier.
A coordenadora também lembrou que, no Brasil, cerca de 37 milhões de pessoas são analfabetas funcionais, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essas pessoas têm menos de quatro anos de estudo e não conseguem escrever ou entender um texto simples.
Fonte: Jornal Correio do Brasil.
O evento foi realizado dia 28 de abril e entrevistamos o Sr. Gilson, que passava pela Cinelândia no momento e deu sua opinião sobre a importância da leitura na construção de um país melhor:

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